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APAE - Jundiaí

PESQUISA SOBRE FUNCIONAMENTO CEREBRAL CONCLUI SUA PRIMEIRA FASE

(Matéria publicada no Jornal de Jundiaí)

Três conclusões fundamentais já podem ser observadas:

50% dos déficits mentais são estruturais;

o cérebro é capaz de aprender por toda a vida;

o processo de aprendizagem deve ser adaptado para as pessoas portadoras de deficiência mental.

Desde 1997, a APAE de Jundiaí e a EINA realizam uma pesquisa neurológica dos alunos da Escola de Educação Especial. Eles são monitorados por eletroencefalograma durante suas respostas em videojogos, demonstrando quais áreas do cérebro estão sendo utilizadas naquele momento. Posteriormente, realizam ressonância magnética.

Esta pesquisa demonstra quais são as áreas cerebrais lesadas, se os comprometimentos são locais ou globais e quais áreas estão mais ativas durante as respostas.

Nesta primeira fase, foi demonstrado que 50% das lesões cerebrais são estruturais (50% são funcionais) e que o cérebro realoca ou duplica suas funções para suprir áreas lesadas. "Esta conclusão é fundamental para demonstrarmos que a pessoa portadora de deficiência mental deve ser estimulada sempre", alerta o Dr. Armando Freitas da Rocha, coordenador do projeto e pesquisa pedagógica.

A evolução da atividade cerebral com a idade também mostra que as crianças são capazes de aprender por toda a vida, principalmente se estiverem inseridas num projeto adequado de aprendizagem. Diante das conclusões desta primeira fase, a APAE de Jundiaí está adequando seus recursos pedagógicos para a alfabetização e ensino de matemática dos alunos da Escola de Educação Especial e agora da Estimulação Pré-Escolar.

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